O Brasil piorou

Menos comida na mesa, menos dinheiro no bolso e mais desemprego. O Brasil vive uma das mais graves crises de sua história. Bolsonaro conseguiu piorar a vida da população fazendo um governo para agradar os bilionários, enquanto tirava direito dos pobres, destruindo a aposentadoria, direitos dos trabalhadores, investimentos públicos (como saúde, educação, cultura) e entregando as riquezas do País na mão dos estrangeiros, através das privatizações e a oferta do nosso território para exploração internacional.

Além disso, Bolsonaro também é incentivador de uma lógica anticivilizatória. Seu negacionismo contribuiu com a elevação das mortes na pandemia, estimula o armamentismo e a violência como métodos políticos, declara guerra à cultura, às universidades, desestrutura os mecanismos de defesa do meio ambiente, sendo permissivo, e até incentivador, da perseguição aos povos originários, ambientalistas e a degradação de dois dos nossos principais biomas: a floresta amazônica e o pantanal. Sem contar o desrespeito e retirada de direitos de grupos sociais excluídos do poder, como as mulheres, negros e negras, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência – que além de serem os mais atingidos pela sua política econômica, também são atacados na sua dignidade com as inúmeras declarações jocosas do presidente.

Mas Bolsonaro não agiu sozinho. Para impor sua política de ataque aos trabalhadores, ele teve carta branca nas votações no Congresso Nacional, à base da compra do chamado “Centrão”. Para obter essa ampla maioria no Congresso, ele inaugurou a maior distribuição de emendas da história da República Federativa do Brasil. Nunca se usou tanto recurso público para fazer barganha política.

Se por um lado, essa manobra permitiu que ele obtivesse vitórias institucionais e ampliação da base parlamentar, por outro, Bolsonaro perdeu o mais importante: a população. A peça de marketing, de que ele era um político “antissistema”, que através da sua independência política promoveria avanços ao Brasil, combateria a corrupção e traria mais prosperidade à população, não passou de uma fábula.

Enquanto a realidade bate à porta da população, com a volta da carestia, a perda do poder de compra e o desemprego, Bolsonaro sequer anunciou medidas de recuperação econômica. De um lado o povo passa fome, do outro ele se exibe em passeios luxuosos de jetski, realiza motociatas e comícios contra a urna eletrônica. O resultado é a queda vertiginosa da sua popularidade.


Para derrotar o bolsonarismo, é preciso avançar no parlamento

É nesse cenário de vulnerabilidade do bolsonarismo que se coloca um grande desafio: a ampliação de representantes da classe trabalhadora no parlamento. Além da pressão das ruas, que precisarão estar mobilizadas, o Poder Legislativo é um campo essencial na luta pela revogação das contrarreformas trabalhista, previdenciária, terceirização do trabalho, congelamento de investimentos nos serviços públicos, entre outras medidas que precisaremos derrotar.

Entendemos que a tarefa número um de toda candidatura socialista é assumir o compromisso com essas agendas da classe trabalhadora, através da organização de frentes parlamentares de revogação das medidas de austeridade, antenada com a mobilização das ruas. Também precisamos fortalecer a luta pelos direitos humanos, o serviço público e o meio ambiente. O parlamento precisa refletir a diversidade do seu povo, sendo ocupado por trabalhadores em todas as suas expressões: mulheres, negros e negras, LGBTQIA+, pessoas com deficiência etc.

É com essa lógica que a pré-candidatura da vereadora Fernanda Garcia se apresenta pelo Partido Socialismo e Liberdade: como uma ferramenta da classe trabalhadora no parlamento. Com lado político, compromisso com a construção do socialismo e a libertação dos excluídos.

Um mandato comprometido com a classe trabalhadora

Nesses seis anos como vereadora, Fernanda protagonizou importantes lutas e resistiu as ofensivas conservadoras, sem recuar um milímetro. Através do empenho na fiscalização, foram instaladas duas Comissões Parlamentar de Inquérito (CPIs) na Câmara de Sorocaba, que levaram à cassação do ex-prefeito José Crespo (DEM). A CPI do Falso Diploma, que teve a presidência de Fernanda, e a CPI do Falso Voluntariado, com a sua relatoria.

Durante a cassação de Crespo, Fernanda não compôs o governo Jaqueline Coutinho. Não aceitou as ofertas de cargos na prefeitura e manteve a independência. Inclusive, foi a única vereadora a denunciar a tentativa de aumentar arbitrariamente o IPTU e também lutou contra as medidas de reabertura antecipada das atividades em plena pandemia.

No governo Rodrigo Manga, não é diferente. Fernanda se mantém firme e denunciando os escândalos, atuando em defesa das mulheres, dos direitos dos servidores públicos, pela abertura de novos concursos, na luta antimanicomial, em defesa do meio ambiente e por medidas afirmativas e de proteção às mulheres, população negra, comunidade LGBTQIA+ e as pessoas com deficiência.

Tudo isso foi realizado a partir de uma construção coletiva! Fernanda usou o mandato para dar voz às pessoas, movimentos e coletivos. Através de inúmeras audiências públicas, consulta aos conselhos municipais, abertura de espaço nos programas do Poder Legislativo, elaboração participativa de projetos, o mandato trouxe a população organizada para o parlamento, sendo um exemplo de diversidade e construção coletiva. 

Fernanda se forjou militante política na luta do movimento estudantil, foi dirigente partidária no PSOL e também do sindicato dos professores da rede estadual, a Apeoesp. Participou da criação do Coletivo Feminista Rosa Lilás, atuou na defesa do SUS, através do Fórum Popular de Saúde e também foi cofundadora do Cursinho Pré-vestibular Liberte-se.

A vereadora Fernanda Garcia  tem um mandato comprometido com a classe trabalhadora e é com esse histórico de luta, construída dentro e fora do parlamento, que apresentamos seu nome como pré-candidata a deputada federal, para contribuir na virada de página desse tempo obscuro que atravessamos na política!

Participe você também! Assine e divulgue esse manifesto.

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