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Grupo de mães do Maylasky entrega requerimento à vereadora Fernanda Garcia

Elas solicitam parecer da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude da Câmara Municipal, sobre adesão ao Programa das Escolas Cívico-militares





A vereadora Fernanda Garcia (PSOL) recebeu um grupo de mães de alunos da escola municipal Matheus Maylasky, na manhã desta sexta-feira (05). No encontro, elas solicitaram à Fernanda Garcia, como presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude da Câmara Municipal, um parecer da comissão a respeito da adesão do município à implantação do Programa das Escolas Cívico-militares (PECIM).


No encontro, elas reforçaram a importância da análise criteriosa dos órgãos competentes sobre essa adesão, que tem se demonstrado irregular em todos os sentidos - violando os princípios constitucionais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a legislação municipal e até mesmo a Decreto que cria o programa, uma vez que a escola Matheus Maylasky e as demais escolas municipais não se enquadram nos requisitos estabelecidos.


"Foi uma conversa muito proveitosa com as mães. Como professora, sou sensível ao tema. Inclusive, organizei uma audiência pública para o fazer o debate - coisa que a prefeitura deveria ter feito e não fez. Notificarei os demais vereadores membros da comissão, para darmos um parecer em resposta a solicitação das mães", aponta Fernanda Garcia.


O grupo de mães participou recentemente da audiência pública "Em Defesa da Escola Pública Democrática", realizada pela vereadora Fernanda Garcia no dia 23 de feveiro. No debate público, que foi realizado e transmitido pela Câmara Municipal, elas já haviam exposto contradições identificadas no modo de adesão da prefeitura ao programa. Elas organizam em Sorocaba a "Frente Ampla Popular em Defesa da Escola Pública Democrática", que reúne familiares, alunos, professores e demais membros das comunidades das cinco escolas públicas municipais de Sorocaba.


Além da reunião com a vereadora Fernanda, o grupo também está solicitando pareceres da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - subseção de Sorocaba, do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), do Conselho Municipal de Educação (CMESO), do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorocaba (SSMPS), além de já ter feito a entrega presencial de uma solicitação de desadesão ao prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos).

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