de Lançamento da pré-candidatura a vereadora!

MANIFESTO

Menos pão na mesa, menos dinheiro no bolso e mais desemprego. O Brasil vive uma das piores crises de sua história. Com o governo Bolsonaro, essa crise se agrava ainda mais. Além de sua política ultraliberal, as reformas contra o povo e a entrega da soberania do Brasil, Bolsonaro também é incentivador de uma lógica anticivilizatória, que aprofunda a morte dos brasileiros na pandemia, ataca o meio ambiente e estimula a escalada de violência contra opositores políticos. Sem contar o estímulo ao desrespeito e retirada de direitos de grupos sociais excluídos do poder, como as mulheres, negros e negras, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência.

Se por um lado houve uma ofensiva dos capitalistas, também houve resposta da classe trabalhadora. Nos últimos anos, o Brasil apresentou o maior número de greves da sua história, tendo seu pico em 2016, com 2.085 registradas. Também tivemos duas greves gerais, a paralisação dos caminhoneiros, a paralisação nacional da educação, o movimento de mulheres “Ele Não”, além dos levantes recentes antirracistas e da greve dos trabalhadores de entrega de aplicativos.

Foi dentro desse contexto que o PSOL ampliou a sua bancada federal e elegeu, em 2016, a sua primeira vereadora na cidade de Sorocaba: Fernanda Garcia!

Antes da chegada ao parlamento, Fernanda já era uma lutadora socialista com atuação no movimento estudantil, como conselheira do sindicato dos professores da rede estadual de São Paulo, a Apeoesp, no coletivo feminista Rosa Lilás e militante do PSOL, desde 2006.

O mandato da Fernanda Garcia se consolidou como uma ferramenta dos lutadores e lutadoras. Além das dezenas de projetos de lei apresentados, Fernanda realizou diversas audiências públicas, trazendo a população para ocupar a tribuna da Câmara Municipal, denunciando as injustiças, exclusão e exploração cometidas contra o povo sorocabano.

Fernanda organizou duros enfrentamentos contra o governo José Crespo (DEM) e Jaqueline Coutinho (PSL), marcado por ataques aos servidores públicos, escândalos policiais e incompetência política. Eleitos com o apoio de setores históricos da especulação imobiliária, eles aprofundaram a crise da cidade e revelaram seu projeto de reduzir o funcionalismo público para apenas 2 mil servidores, aprofundando as terceirizações na saúde e também na educação.

Atuante como opositora, além de combater essa lógica de extermínio do serviço público, Fernanda protagonizou um dos momentos mais importantes da história da cidade, sendo presidente da CPI do Falso Diploma e relatora da CPI do Falso Voluntariado. As investigações conduzidas por Fernanda resultaram nas duas cassações de José Crespo (DEM).

Com Jaqueline na posição de prefeita (ex-PDT, atualmente no PSL), Fernanda e o PSOL mantiveram sua coerência e não foram compor o governo em troca de cargos e indicações políticas. Pelo contrário, Fernanda foi a única vereadora a denunciar o aumento escandaloso do IPTU, que posteriormente precisou ser revisto pela prefeita e demais vereadores. Fernanda também votou pela investigação do uso de um funcionário do SAAE como empregado pessoal de Jaqueline Coutinho, denunciou a tentativa dela de trazer o programa Escola Sem Partido para Sorocaba e a condução catastrófica da prefeita durante a pandemia.

Fernanda se consolidou como uma representante da classe trabalhadora, dos excluídos e explorados na Câmara. Por isso também foi, e continua sendo, combatida pelos representantes da direita, de grupos fundamentalistas e de procuradores da elite local. Sua voz é constantemente cerceada. Usando de métodos machistas, diversos parlamentares e militantes protofascistas de Sorocaba atacam Fernanda, difundem notícias falsas a seu respeito e mobilizam milícias digitais contra a vereadora.

Apesar da importante trincheira erguida dentro do parlamento, estamos diante de uma dura eleição, onde os setores mais regressivos da cidade já identificaram a necessidade de desconstruir e combater quem eles não puderam cooptar. Isso cria uma tarefa urgente à todas as lutadoras e lutadores de Sorocaba, de não permitir que as lutas abertas e a demarcação da nossa classe dentro do parlamento seja vencida pelo obscurantismo.

Por isso, convidamos todas e todos a fortalecer a luta, assinando o manifesto em apoio a pré-candidatura de Fernanda Garcia!

 

Essa voz não pode ser calada!

Quem Assina:

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Sâmia Bomfim

Deputada Federal - PSOL (SP)

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Ex-deputado Estadual do PSOL (SP) e pré-candidato a prefeito de Sorocaba

Raul Marcelo

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Mônica Seixas

Codeputada Estadual - PSOL (SP) pela Bancada Ativista

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Ativista pela inclusão das
pessoas com deficiência

Andréa Werner

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Paulo Eustasia

Presidente licenciado do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região e da CNTTL, pré-candidato a vice prefeito

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